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Príncipe encantado ou controle?
Aos 23 anos, ela acredita que encontrou o príncipe encantado. Ele mora nos Estados Unidos ou num país europeu, ganha em dólar ou euro e promete cuidar de tudo. Ela imagina uma vida confortável, uma família e a chance de deixar suas dificuldades para trás. Esta é uma situação ilustrativa, inspirada em temas recorrentes no meu consultório. No começo, há atenção, presentes e planos. Ela se sente escolhida. A promessa combina com uma história conhecida: encontrar um homem provedo
Tais Tozatti


Eu não sabia que era engraçada
Quando imitava meus colegas, eu fazia as pessoas rirem.
Ali também encontrei determinação para reconhecer o que já não me servia e começar a transformar minha maneira de viver e me relacionar.
Um ano depois, recebi um dos elogios de que mais gosto: disseram que eu era engraçada. Durante muito tempo, duvidei que alguém pudesse me enxergar assim.
Tais Tozatti


Achei que a culpa era minha
Marina havia interpretado a sensação de ter “gostado” como uma traição do próprio corpo. Agora, começava a compreender que aquela sensação não tornava aceitável o que o adulto fizera, nem transferia a responsabilidade para ela.
Tais Tozatti


O caminho de volta para mim.
Aos poucos, também entendi o desconforto da primeira carta. Eu estava distante da menina da fotografia e dos meus próprios sentimentos. Era como se uma parte de mim tivesse ficado congelada. A expressão “congelamento emocional” me ajudou a dar nome àquela desconexão.
Tais Tozatti


4 dicas para quem está fazendo Terapia
Quando você começa a agir de outra maneira, pode ouvir: “Você não é mais a mesma pessoa!” Algumas pessoas estranham a mudança, especialmente quando estavam acostumadas à sua disponibilidade. Você pode sentir culpa e medo de perder vínculos. Leve esses sentimentos para a terapia. Com apoio, poderá avaliar quais relações permitem que você exista com seus desejos e limites, quais precisam de ajustes e de quais talvez queira se afastar.
Tais Tozatti
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